Inaugural
Publicado por admin em 12 Mar 2009 | sob: Informação
Administração de Conflitos no Trabalho
Devido à multiplicidade de personalidades existentes em qualquer ambiente profissional e a diversidade de pressões internas e externas em uma empresa, é natural que ocorram conflitos: e essas pequenas crises sempre afetam o fluxo de trabalho. Sejam problemas pessoais ou conflitos familiares, eles sempre atrapalham o nosso dia a dia e podem comprometer nossa qualidade.
Conflito é uma palavra que tem origem no latim e significa “uma batida de frente”.
Entretanto existem os bons e os maus conflitos. Um bom conflito é quando duas pessoas batem de frente, chegam a um acordo e saem caminhando na mesma direção. Enquanto um mau conflito é quando duas pessoas batem de frente, não se entendem e seguem caminhando em direções opostas.
A administração de conflitos no trabalho tem uma característica muito interessante; ela não é ensinada na escola. No entanto é uma habilidade gerencial que todo gestor deve ter para transformar maus conflitos em bons conflitos e garantir um bom ambiente de trabalho.
As empresas que não possuem gestores e colaboradores em geral preparados para lidar com situações de confrontos, correm o risco de, por causa disso, fracassar em projetos importantes e de perder produtividade, clientes, negócios e talentos. Segundo uma pesquisa publicada na revista Você S/A os brasileiros gastam 1,9 hora por semana na tentativa de resolução de conflitos, o equivalente a 91,2 horas por ano e 11,4 dias de trabalho.
Para tornar um conflito uma ferramenta positiva o profissional deve controlar as emoções, respirar fundo e manter o foco nos objetivos corporativos – este é o principal segredo de quem gosta e sabe discutir bem.
Outros três segredos são:
Transparência – Os desentendimentos prosperam onde há ambiguidade, por isso os argumentos para as decisões devem ser transparentes.
Auto-desenvolvimento – Cada conflito traz uma oportunidade de provocar mudanças positivas, no entanto é preciso desenvolver a habilidade de conduzir conversas difíceis de maneira construtiva.
Responsabilidade compartilhada – é tentador enxergar o gestor como o único responsável pelas dificuldades que o conflito pode criar. Embora os líderes desempenhem um papel crítico nessas situações, é importante estabelecer a responsabilidade compartilhada com o objetivo de evitar a espiral decrescente do conflito e seus desdobramentos. Os funcionários que repassam para os seus superiores a responsabilidade de resolver qualquer desentendimento nunca amadurecem nem chegam a ser cidadãos organizacionais úteis, e muito menos futuros líderes.
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Interessante esta matéria inaugural sobre conflitos. Realmente é um grande diferencial para qualquer profissional saber administrar os conflitos do seu cotidiano. Normalmente só se ganha “know-how” em conflitos através da experiência prática. Mas, hoje já existem cursos de especialização em Negociação e Comunicação que facilitam nossas vidas ensinando boas práticas na administração de conflitos.
Às vezes, sem percebermos, acabamos criando algumas barreiras que dificultam o consenso entre as pessoas. Somente pelo simples fato de não reconhecermos opiniões que sejam diferentes da nossa.
Poxa vida… ficamos mais horas uns com os outros no ambiente de trabalho do que com nossas próprias famílias. Esse convívio tem que ser o mais agradável possível!!
Cada um tem a sua individualidade, seus altos e baixos…
Porém, quando nos propomos a manter uma harmonia, o ambiente se torna cada vez melhor. O resultado é mais rápido e atende a todos mutuamente.
Podemos complementar uns aos outros no que temos de melhor compensando nossas falhas!! Daí os conflitos passam a ser vistos como oportunidade de melhoria e de integração das equipes… Abraço a todos!!